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Impacto provocado pela inclusão do nome da empresa no Serasa

Impacto provocado pela inclusão do nome da empresa no Serasa

empresa no serasa

Conhecendo formas para limpar o nome da empresa

Diante da rotina de investir, pagar e receber, pode ser que a empresa passe por momentos delicados, que envolvam falta de dinheiro em caixa para manter as suas atividades e incluir o nome da empresa no Serasa. Nesse caso, é bom ficar atento quando os débitos aumentam, os encargos se multiplicam e a situação fica insustentável, porque podem ocorrer atrasos.

Essa é a hora de ficar em alerta porque o nome da empresa pode ficar sujeito a inclusão no cadastro de inadimplentes do Serasa. Isso é uma situação desconfortável e, como tal, pode trazer algumas dificuldades para a companhia.

Um empreendimento que esteja nessa situação tem seus ganhos prejudicados com a perda de credibilidade no mercado, além de enfrentar o desgaste provocado pelas restrições de crédito. Afinal, para manter a instituição em pleno funcionamento é preciso pagar fornecedores e colaboradores e financiar projetos que fortaleçam os negócios.

Outro efeito negativo é a elevação das taxas sobre contratos em atraso, que aumentam as dificuldades de pagamento das dívidas contraídas e o rebaixamento do score, provocando queda na reputação do nome da companhia.

No entanto, isso não é um quadro permanente e existem formas de reverter essa condição. Seguindo dicas simples e seguras, a organização pode sair do registro do Serasa e ter o seu nome reabilitado. Veja agora!

Faça um mapeamento das dívidas registradas da empresa no Serasa

O primeiro passo para tirar a companhia do estado de negativação junto aos credores é fazer um mapeamento das pendências financeiras inscritas no serviço de proteção ao crédito. Pensando nisso, o próprio Serasa já criou uma ferramenta que permite realizar consultas de forma gratuita e online de saldos devedores junto aos credores, o Serasa Recupera.

Esse serviço, criado para empresas, oferece a possibilidade de verificar inadimplências, iniciar o processo de renegociação de dívidas e observar o processo de recuperação de crédito da companhia.

Descubra a fonte dos problemas financeiros da instituição

Uma analogia pode ajudar a entender esse passo, imagine o seguinte: A conta de água está chegando com valores mais altos. No entanto, aparentemente não existe uma razão para o aumento. A primeira medida a ser tomada é buscar possíveis vazamentos e fechá-los para não ter desperdícios desnecessários.

Com as finanças não é diferente, quando alguma coisa foge do planejamento da companhia a primeira medida é descobrir o que ocasiona esse descontrole. É preciso fazer uma profunda avaliação para saber por onde o dinheiro está saindo.

Rever as entradas e saídas de capital, assim como o período em que ocorrem, é essencial para entender o que precisa ser fechado e direcionar melhor os recursos. Essa prática é um traço de uma gestão estratégica e eficiente e que, portanto, deve ser adotada.

Renegocie as dívidas contraídas pela empresa

A renegociação é outro passo que precisa ser adotado, além de ser mostra de que a empresa entende que é necessário quitar os débitos contraídos para um gerenciamento proveitoso. Para realizar esse processo, algumas etapas são fundamentais e precisam ser seguidas. Veja!

Faça uma análise dos contratos vigentes

Antes de começar um processo de renegociação, analise os contratos referentes às dívidas contraídas. Assim você conseguirá examinar possíveis irregularidades, como juros abusivos, que acabam prejudicando a instituição.

Se ficar constatado de algo que  não está certo, é preciso denunciar a prática aos órgãos competentes e será uma importante alegação no momento em que buscar os credores para iniciar a renegociação.

Negocie parcelas que possam ser honradas

Não ache que a primeira proposta de renegociação tem que ser aceita. Afinal, a ideia de renegociação é organizar os pagamentos de forma que caibam no orçamento da empresa e possam ser honradas.

Nesse sentido, avalie o valor da entrada de recursos e faça as contas de todos os custos fixos que o empreendimento precisa arcar com impostos, salários e etc. Isso vai dar uma noção do que a organização pode realmente gastar com as parcelas.

Faça também o levantamento dos juros envolvidos na renegociação e veja se são condizentes com o esperado. Além disso, você também pode apresentar propostas, dentro de limites razoáveis, para tentar chegar a um acordo que beneficie tanto a companhia como os detentores do débito.

Concluído o acordo é preciso manter as obrigações em dia, torna-se fundamental que não existam atrasos no pagamento. Isso gera credibilidade para a empresa e abre portas para créditos futuros.

Utilize boas práticas de gestão financeira para não cair no endividamento

O fluxo de caixa é uma excelente ferramenta tanto para tirar a companhia do vermelho como para evitar que se caia nele. Afinal, esse meio permite que gestores examinem onde é possível cortar gastos e identificar setores que precisam de injeção de capital, desde que de forma controlada, evitando desperdícios.

Além disso, uma técnica que pode auxiliar nesse processo é a conciliação bancária. Porque por meio dela é possível garantir maior previsibilidade econômica e melhor aproveitamento de recursos.

Antecipação de recebíveis é uma alternativa

Uma maneira de quitar os débitos em aberto de forma segura, sem causar grandes desequilíbrios financeiros é antecipação de recebíveis. Essa é uma medida que envolve custos menores e mais saudáveis para a organização, no sentido de que a empresa fará uso de recursos que já estão destinados às suas reservas.

Ao recorrer essa prática, a empresa garante maior acesso ao capital de giro e encontra meios mais acessíveis para a redução das dívidas. Isso torna a prática mais eficiente e econômica, sem que exista a necessidade de recorrer a empréstimos para quitar as pendências atuais.

Exclusão do nome da empresa após o pagamento

Após o pagamento da dívida ou renegociação da mesma é importante ficar atento ao prazo para a exclusão do CNPJ da instituição do cadastro de inadimplentes do Serasa. Assim que constar a quitação total ou o pagamento da primeira parcela da renegociação o nome da companhia deve ser retirado do órgão de proteção.

Caso isso não aconteça e o problema não se resolva de forma amigável, a empresa pode entrar com uma ação de indenização contra os credores. No entanto, é preciso honrar com os acordos estabelecidos, senão o nome da empresa pode entrar novamente no cadastro de inadimplentes.

Tirar a empresa do Serasa é salutar para os negócios e não pode ficar em segundo plano. Adotar boas práticas de gestão é essencial para que a companhia permaneça nos trilhos e não caia em endividamentos desnecessários.

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